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IPO da Desktop levanta R$ 715 milhões; empresa estreia na B3 nesta quarta-feira

Uma das provedoras regionais de Internet em processo de oferta pública inicial de ações (IPO), a Desktop encerrou a fase de precificação de seus papéis com uma captação parcial de R$ 715,2 milhões.

Nesta quarta-feira, 21, as ações da empresa devem estrear na B3, sob o código DESK3. O valor captado no IPO da operadora do interior paulista ocorreu após fixação de preço por ação de R$ 23,50. O valor ficou próximo do piso, visto a faixa indicativa entre R$ 23 e R$ 28 com a qual a empresa trabalhava.

Como 30,435 milhões de ações foram emitidas, o valor total do processo ficou em R$ 715,22 milhões (sendo R$ 676,6 milhões líquidos). Tal montante foi incorporado ao capital social da Desktop, que passou de R$ 74,9 milhões para R$ 790,2 milhões após aprovação no conselho de companhia.

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Novo lote

Caso sejam emitidas mais 4,565 milhões de ações previstas no lote suplementar de até 15% do inicial, ainda sob preço de R$ 23,50, o capital social da empresa pode atingir R$ 897,4 milhões.

Neste caso, a captação total ficaria na casa dos R$ 822,5 milhões (sendo R$ 779,1 milhões líquidos). O prazo de exercício da opção de ações do lote suplementar começa também nesta quarta-feira, 21.

Já uma oferta secundária de 20% do total de ações inicialmente ofertado não foi levada a cabo pela empresa e pelas coordenadoras da oferta, tendo em vista que não houve a colocação das ações adicionais, segundo informou o prospecto da provedora.

O total de despesas e comissões com a oferta somou R$ 38,5 milhões. Isso significa 5,39% do montante total movimentado até agora no IPO. Com a negociação de todo o lote suplementar, os gastos sobem para R$ 43,3 milhões e 5,27% do total .

Antes da oferta em curso, o fundo de investimentos Makalu contava com 59,9% do capital da Desktop, em participação diluída para 37% após a emissão inicial. No caso do acionista Denio Alves Lindo, a mudança é de 29% das ações para atuais 18%.

Como preparativos para a estreia na B3, a empresa reformou e aprovou sua política de gestão dos canais de denúncia e também seu regimento interno do comitê de compliance, a fim de adequá-las às exigências no âmbito do pedido de listagem da companhia no Novo Mercado.

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