Venda de espectro já supera US$ 6 bilhões nos EUA

O gigantesco leilão nacional de espectro avança nos Estados Unidos, promovido pela agência reguladora, a Federal Communications Commission (FCC). Até a tarde de segunda-feira, 28, US$ 6,11 bilhões haviam sido licenciados, de uma meta de US$ 10 bilhões estabelecida pelo governo norte-americano. O bloco D, de freqüências com faixas de 10 MHz, garantirá licença nacional à empresa compradora, mas ainda não foi vendido. O vencedor terá como obrigação a construção de uma rede nacional de banda larga wireless para a polícia e os bombeiros, podendo então vender a capacidade excedente para o mercado. Desde a abertura do leilão, no último dia 24, apenas um lance de US$ 474 milhões foi oferecido pela licença. Trata-se do valor mínimo estabelecido. Desde então, não houve novas ofertas nas sete etapas seguintes. A FCC não revela a identidade das companhias participantes do leilão. A venda deste bloco poderá ser suspensa, se o valor não atingir US$ 1,3 bilhão, e relançada com novas condições.
O bloco C, também nacional, continuou empacado em propostas de quase US$ 3 bilhões, segundo a FCC. Caso não atinja US$ 4,6 bilhões também poderá ser adiado e submetido a novas regras. O bloco é composto por pedaços de 22 MHz.
Ao todo foram aprovadas 214 empresas participantes do leilão, incluindo grandes operadoras como a AT&T e Verizon Wireless e novos players como a Google. Também disputam licenças a Alltel que pertence ao fundo Goldman Sachs, Vodafone PLC, do Reino Unido, Cox Communications, EchoStar, que opera TV por satélite, e um fundo de investimentos liderado por Paul Allen, co-fundador da Microsoft.

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O leilão não tem data para terminar. O último, realizado em 2006, estendeu-se por mais de cem etapas e demorou cerca de um mês.

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