Ltahub criará Observatório de Crimes Cibernéticos para democratizar dados sobre fraudes digitais

A Ltahub, empresa especializada em inteligência de segurança de dados e conteúdos, está criando um Observatório de Crimes Cibernéticos – OCC, uma espécie de organização independente que busca a articulação com diversos setores para democratizar o acesso de pequenas e médias empresas e pessoas físicas à informações que as ajudem contra fraudes digitais cada vez mais elaboradas. Trata-se do Observatório dos Crimes Cibernéticos – OCC. Quem coordenará a iniciativa como CEO é Luciano Coelho, que gerenciava a equipe do departamento de defesa e segurança da Fiesp, onde era responsável pela elaboração e coordenação de projetos, articulação de ações em conjunto com o poder público e empresas privadas com foco no desenvolvimento do ambiente de negócios, melhoria da segurança pública e impulsionamento da indústria de defesa e segurança, além de ser o encarregado de proteção de dados da entidade após a LGPD. "A arquitetura (do OCC) já está pronta e estamos definindo board, investimentos e parceiros para esse primeiro ano de operação, que deve entregar uma contribuição social importante para milhares de pessoas", diz.

A Ltahub atua no mercado de cyber e é mais conhecida pela sua atuação junto ao setor de audiovisual, mas o observatório vai além. Segundo Luciano Coelho, "com a pandemia as transações digitais de todas as naturezas deram um salto e trouxeram mais exposição para as empresas e consumidores finais, o que provocou um crescimento vertiginoso dos crimes cibernéticos". Para o executivo, "esses riscos estão em plena expansão e pretendemos acompanhar de perto para apoiarmos nossos clientes e os setores que estão sofrendo com este movimento, mas também precisamos ampliar a maturidade regional sobre o problema". Além de dirigir o Observatório, Coelho ainda atuará a partir deste mês como diretor de operações de crimes cibernéticos da Ltahub na área de contratos internacionais.

Nos 7 anos de atuação na Fiesp Coelho ajudou a criar diversos grupos de trabalho relacionados a temas como combate a pirataria, defesa e segurança cibernética, readequação do setor prisional, melhoria da arquitetura policial entre outros, e coordenou a criação do Observatório de Mercados Ilícitos da Fiesp, foi o responsável pela publicação dos Anuários de Mercados Ilícitos Transnacionais de São Paulo nos anos de 2016 e 2017 que compilou dados importantes sobre a criminalidade digital, coordenou outras ações de informação e comunicação sobre segurança cibernética, além de ter liderado articulações para acordos de cooperação entre a Fiesp e o Governo Federal em temas relacionados a segurança.

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