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Serede e Tatho continuarão estratégicas para a Oi, diz Rodrigo Abreu

CEO da Oi, Rodrigo Abreu

A proposta da reestruturação para viabilizar a Nova Oi prevê a manutenção de pelo menos duas subsidiárias para infraestrutura e atendimento, áreas consideradas estratégicas para a implantação do programa de desenvolvimento da nova estrutura. E há opções para diversificar as receitas.

Durante teleconferência para analistas nesta segunda, 19, o CEO da Oi, Rodrigo Abreu, chamou a unidade de atendimento de campo Serede e a de call center Tatho como “segredos escondidos” da companhia, especialmente considerando o novo contexto. O executivo alega que a Serede tem sido “fundamental” na estratégia com FTTH, e que terá um papel chave “tanto com a InfraCo quanto na Nova Oi, abrindo novas oportunidades no futuro”. 

A subsidiária permite trazer consistência nas operações, além de formar uma base de profissionais com experiência e alcance de grande capilaridade. “Vamos prover serviço local que reduz custo e treinar o serviço de campo, permitindo continuar a expandir a capacidade”, declara. O entendimento é que uma unidade de 22 mil funcionários com todos os serviços e distribuição nacional não pode ser construída do dia para noite. “E nós temos construído isso por vários anos”, argumenta Abreu.

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A relação com a InfraCo, no entanto, pode não ser de exclusividade, como TELETIME já havia apurado em abril. O CEO da Oi lembrou que as duas empresas são independentes, mas entende que a Serede é “extremamente competitiva em custo e operação”, o que seria vantajoso para a nova unidade a ser controlada pelo BTG Pactual. “O acionista controlador vai ter contratos que já estão encaminhados”, declara.

Nova venda de ativo

A Tatho por sua vez, consolida-se na estratégia como um braço do segmento corporativo Oi Soluções. Desta forma, a empresa já provê “há alguns meses” serviços para terceiros, após o rebranding da antiga Brasil Telecom Call Center (BTCC) em abril. Ainda assim, Abreu coloca que o atendimento prestado para a própria operadora tem sido “instrumental na melhora da percepção da qualidade” e na recuperação da marca Oi. 

Embora não haja planos, o executivo reconhece que o desinvestimento nesse ativo poderia ser avaliado no futuro. “Há obviamente uma consideração de oportunidades para a Tatho. Sabemos que [o setor de atendimento] vai passar por muitas consolidações, então é uma possibilidade, mas não temos um caminho trilhado para isso.”

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