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TIM conclui core 5G standalone e anuncia rede em 2,3 GHz no Rio de Janeiro

A TIM anunciou nesta sexta-feira, 18, a conclusão da implementação do núcleo de rede (ou core) 5G no padrão standalone (SA), considerado essencial para a oferta dos serviços de quinta geração dentro das exigências do governo.

Huawei e Ericsson atuaram como fornecedoras no projeto. As primeiras ativações com a tecnologia standalone devem ocorrer aos poucos, em formato soft launch. O 5G estará disponível primeiro para colaboradores da operadora e testes na sede da companhia, no Rio de Janeiro. Para tal, a frequência de 2,3 GHz será utilizada.

“Ser a primeira operadora na América Latina a disponibilizar core 5G SA é especialmente importante para atender demandas de clientes corporativos, que irão precisar de soluções de alta resiliência, baixíssima latência – na ordem de um milissegundo – e ultraconectividade”, afirmou o CTIO da TIM, Leonardo Capdeville, em comunicado.

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“O 5G SA nos permite desenvolver ofertas de serviços customizadas, e é fundamental para a geração de novas oportunidades de receita”, prosseguiu o executivo, destacando ainda o mercado de Internet das Coisas (IoT) e M2M.

Função

O core é o recurso responsável pela inteligência do serviço e do sistema, ficando à frente da gestão dos dados e voz. É ele que é responsável por “enviar” demandas do usuário ao servidor final, ao mesmo tempo em que suporta funções como tarifação e cobrança no plano do cliente.

“Com infraestrutura de core baseada em nuvem privada e virtualizada, o 5G SA é essencial para aplicações de missão crítica”, sinalizou a TIM. “Ter o core pronto para a rede 5G SA é importante para viabilizar soluções que serão possíveis a partir da disponibilidade da frequência de 3,5 GHz”, concluiu o diretor de rede da TIM, Marco Di Costanzo. Entre elas, o serviço de voz no 5G (VoNR), que já está sendo testado pela companhia.

De acordo com relatório da GSA divulgado em dezembro passado, cerca de 99 operadoras de 50 países estão investindo em redes 5G standalone. Destas, pelo menos 20 delas já lançaram redes públicas do gênero. No Brasil, as obrigações de cobertura 5G fixadas no edital da tecnologia exigem o uso do recurso.

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