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Banda larga brasileira está entre as mais pulverizadas do mundo

Foto: Tobias Brixen/Flickr

O mercado brasileiro de banda larga fixa é altamente pulverizado em relação a outros importantes mercados globais. No País, ao menos 50% do segmento é ocupado por operadoras regionais competitivas, patamar bem acima do verificado em nações como Estados Unidos ou México.

As informações que TELETIME teve acesso fazem parte de estudo elaborado pela Accenture. Para dividir o mercado entre empresas competitivas e “grandes operadoras”, a consultoria considerou de cinco a três maiores provedores de banda larga de cada país neste segundo grupo (excluindo aqueles classificados como alternativos). Veja detalhes abaixo:

PaísGrandes provedoresCompetitivas
Brasil50%50%
Índia58%42%
Estados Unidos72%28%
Austrália75%25%
México86%14%
Noruega87%13%
Reino Unido89%11%
Alemanha89%11%
Itália89%11%
Singapura93%7%
França97%3%
Espanha97%3%
Bélgica98%2%
Portugal98%2%
Fonte: Análise realizada pela Accenture.
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Após o Brasil (onde Claro, Vivo, Oi e Sky foram classificadas como grandes), o maior percentual de fragmentação é observado na Índia, com 42% dos acessos detidos por empresas fora além dos maiores grupos.

Já Portugal e Bélgica ocupam a 14ª e 13ª posição, respectivamente, indicando mercados com grau de fragmentação extremamente baixo. Mesmo o país europeu mais ao topo do ranking, a Noruega, apresenta um setor bem menos fragmentado em comparação com ao brasileiro.

Panorama da banda larga fixa no Brasil

No País, o crescimento das provedoras competitivas de banda larga é muito baseado na utilização da tecnologia de fibra óptica e na expansão da conectividade em regiões com ausência de cobertura – além de ser suportado por medidas de assimetria regulatória para pequenos provedores criadas pela Anatel.

De acordo com dados mais recentes da agência, o Brasil ultrapassou a marca de 24,4 milhões de contratos de banda larga detidos por prestadoras de pequeno porte. Isso já representa mais de 50% dos 46,6 milhões de acessos identificados no País em julho.

4 COMENTÁRIOS

  1. Tudo isso aconteceu graças a Oi que durante décadas prestou um péssimo serviço e se concentrou nas cidades centrais dando margem para surgir os pequenos provedores onde o serviço não era “economizando viável”

  2. Se as grandes empresas oferecessem serviços de qualidade e preços atratíveis seria melhor, porém as grandes empresas só pensam em lucrar, além de ter um serviço de prestação de serviço muito ruim e o suporte pior ainda, já as pequenas empresas possuem planos com mais velocidades e com valores bem menores que as grandes empresas, ficando assim bem mais viáveis, a qualidade da infraestrutura das pequenas empresas são 100% melhores que das grandes empresas!!!!
    Em Patos de Minas eu usava uma empresa pequena local e depois de me.mudsr para o DF, tbm uso empresa de pequeno porte!!!!

    É muito melhor que as grandes sem dúvida!!!!

  3. Observa-se grande crescimento das pequenas em bairros e prestando um bom serviço. Em meu bairro as Grandes não chegaram até hoje. Por outro lado as pequenas estão aqui a todo vapor. O suporte das pequenas parece funcionar bem melhor sem aquela canseira que as Grandes costumam dar.

  4. Isso acontece devido insuficiência das grandes operadoras, pois se na capital da maior cidade do Brasil você pena e fica tentando onter uma Internet, passei por isso, inclusive, uma operadora que detinha na capital por muitos anos a Internet via cabo não se preocupou em investir em fibra ótica, só após perder o mercado para a fibra começou a investir e mudar a sua tecnologia.

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