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Competição
Telefônica deve buscar ressarcimento da Embratel
segunda-feira, 01 de julho de 2002 , 18h14 | POR REDAÇÃO

Fernando Xavier, presidente da Telefônica, afirmou que a operadora ainda estuda a possibilidade de processar a Embratel por perdas e danos. Segundo Xavier, os prejuízos podem ser calculados de duas formas: com a soma dos investimentos na antecipação das metas, que resultaria em aproximadamente R$ 2,5 bilhões, ou de acordo com a expectativa de receita com o serviço, calculada em R$ 1 milhão a R$ 2 milhões por dia. Como a empresa está impedida de operar há aproximadamente dois meses, deixou de ganhar teoricamente de R$ 60 milhões a R$ 120 milhões. O presidente da tele não quis informar qual a expectativa do market share da Telefônica, mas disse que nas ligações de longa distância intra-regionais tem aproximadamente 80% do mercado, e que nas ligações internacionais chegou a 20%. Mas Xavier não afirmou em nenhum momento que estes seriam os montantes a serem pleiteados em um eventual processo.

Equívocos

Na avaliação de Xavier o processo movido pela Embratel é equivocado por dois motivos. Primeiro porque se prevalecer o entendimento da carrier de que é preciso haver licitação, ela não é parte prejudicada, uma vez que não poderia participar da licitação. E mesmo que fosse feita uma licitação, as regras de abertura do mercado já permitem que qualquer empresa interessada tenha uma autorização do serviço, o que significa que não se trata de um bem escasso.
Xavier afirmou ainda que a Embratel quer postergar o processo de abertura do mercado porque para a carrier é mais vantajoso se manter no mercado competindo apenas com a Intelig.

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