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Ericsson reduz receitas após impacto na China; América Latina se recupera

Os resultados operacionais da Ericsson no segundo semestre apontaram queda de 1% na receita líquida do grupo, impactada por recuo no mercado chinês e na América do Norte. Já o resultado na América Latina voltou a apresentar crescimento orgânico.

No geral, a empresa teve faturamento de 54,9 bilhões de coroas suecas entre abril e junho, ou US$ 6,3 bilhões. Principal mercado da Ericsson, a América do Norte teve redução de 2% no indicador, ao passo que a área que reúne Europa e América Latina teve crescimento de 7% na receita líquida.

“Após um período de declínio, a América Latina apresentou crescimento nos resultados orgânicos“, detalhou a empresa, apontando uma alta de 28% na receita ajustada com correção cambial para a região. Na mesma métrica “orgânica”, o crescimento da área Europa/América Latina seria de 14%, e o do consolidado da Ericsson, 8%.

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Porém, além do recuo na América do Norte, a queda de 9% nas receitas no nordeste asiático (região que inclui a China) também motivou a redução da receita nominal. Apenas no território continental chinês, o impacto na operação da Ericsson foi de menos 2,5 bilhões de coroas suecas (US$ 290 milhões) ao longo do trimestre.

“É prudente prever uma participação de mercado materialmente menor na China continental para redes e serviços digitais, uma vez que a decisão anterior de excluir fornecedores chineses das redes 5G suecas pode influenciar os prêmios de participação de mercado”, reconheceu o presidente e CEO da Ericsson, Börje Ekholm. A empresa já havia manifestado esse receio anteriormente, quando da decisão da Suécia de barrar a Huawei das redes 5G do país.

Os obstáculos não impediram a Ericsson de somar um resultado líquido de 3,9 bilhões de coroas suecas (US$ 450 milhões) no segundo trimestre, em alta de 51% em um ano. Já a margem Ebit da empresa passou de 6,9% para 10,6% neste intervalo.

A fornecedora também comemorou aquele que seria o maior contrato individual de 5G já firmado pela Ericsson – de US$ 8,3 bilhões, ao lado da operadora norte-americana Verizon. O acordo plurianual envolve redes de acesso para ondas médias, baixas e milimétricas, além de soluções de compartilhamento de espectro, cloud RAN e software.

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