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Venda da Embratel
Calais ofereceu mais porque manteria monopólio, diz Telos
terça-feira, 13 de abril de 2004 , 18h55 | POR REDAÇÃO

A explicação para o fato de o consórcio Calais, formado pelas três concessionárias locais e a Geodex, ter oferecido a maior proposta para compra da Embratel, no valor de US$ 550 milhões, é porque ele estaria garantindo um monopólio no mercado de longa distância. Essa é a visão de Roberto Durães, superintendente da Telos, fundo de pensão de funcionários da Embratel que liderou um consórcio com uma proposta de US$ 205 milhões pela sua empresa patrocinadora.
?Hoje, as tarifas de longa distância estão abaixo do permitido. Com a compra da Embratel, as teles fixas poderiam aumentá-las e isso deve ter sido levado em conta na elaboração da proposta?, explicou Durães, que esteve presente ao seminário sobre a venda da Embratel, organizado pelo Clube de Engenharia no Rio de Janeiro, nesta terça-feira, dia 13.

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