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Ligga registrou mais de 120 ocorrências de roubo de cabos em seis meses

Nos últimos seis meses, a Ligga Telecom (antiga Copel Telecom) registrou mais de 120 boletins de ocorrência relacionados ao roubo de cabos. Segundo a operadora, o volume de delitos mais que dobrou em relação aos meses anteriores,

As ocorrências afetaram mais de 30 mil clientes, com uma média de 12 a 24 horas de interrupção nos serviços de Internet. “A segurança das pessoas está em risco. A Internet é um bem essencial. No final da nossa rede há hospitais, delegacias, escolas. O nível de vandalismo atual está fora de qualquer razoabilidade”, afirmou, em comunicado, o diretor-presidente da Ligga Telecom, Wendell Oliveira.

Após reuniões com autoridades estaduais e municipais paranaenses, a empresa sinalizou a disposição de áreas de inteligência da segurança pública nos casos. Em paralelo, a empresa contratou uma empresa de segurança para apoio e está estruturando um “disque denúncia” próprio para avisos sobre equipes não identificadas interferindo nos postes.

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Além disso, duas propostas legislativas foram levadas pela operadora ao governo do Paraná. Uma delas obrigaria empresas que comercializam sucatas no estado a terem cadastro na Polícia Civil (tal qual o que já é feito com empresas que comercializam autopeças). A segunda limitaria a subida de pessoas nos postes a indivíduos devidamente uniformizados e com os veículos identificados.

Vice-liderança

A Ligga destacou a posição incômoda do Paraná no ranking nacional de roubo de cabos elaborado pela Conexis. Com 608,5 mil metros de cabos furtados em 2021, o estado só ficou atrás de São Paulo no volume de materiais roubados (1,081 milhão de metros). Em seguida vieram o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul.

Ao longo de 2021, mais de 4,1 milhões de metros de cabos foram roubados em todo o País. Ainda que a quantia tenha sido menor que a de 2020, mais de 6 milhões de clientes foram afetados pela prática criminosa. 

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