Executivo da TIM descarta fatiar a operadora; Vodafone traz marca para o Brasil

Durante seminário TelComp em São Paulo nesta quarta, 25, o vice-presidente de assuntos regulatórios da TIM, Mario Girasole, ressaltou que a discussão entre acionistas na Europa se limita a Telefónica e acionistas da Telco, e não envolve diretamente a Telecom Italia. "É uma relação entre a espanhola com algumas instituições financeiras italianas", declara. Do ponto de vista substancial, a empresa diz que tem o compromisso de seguir a regulamentação e os acordos estabelecidos desde 2007 com a Anatel. Do ponto de vista de comunicação, assim como o Minicom e a Anatel, ele fala em cautela. "É evidente, tem que ter um pouco de cuidado em dizer que a empresa vai ser fatiada. Empresa não é linguiça que você pega e fatia", compara ele. "Não tem absolutamente nada que a gente possa ou tenha que fazer em relação a essa questão além de continuar com nossos compromissos que temos em relação ao equilíbrio regulatório", completou.

Vodafone no Brasil

Uma saída provável para o desenrolar de Telefónica e Telecom Italia parece ser a venda integral da TIM para uma terceira empresa. A britânica Vodafone é uma possível compradora, e ela já demonstrou interesse no Brasil: a parceria com a Datora transformou a divisão de telecom da brasileira em Vodafone Brasil. Apesar de ser uma MVNO especializada em comunicação máquina-a-máquina (M2M), o mercado de SMP pode ser atrativo.

"Tudo é possível, mas tem que ter cuidado para comentar em cima de rumores e especulações. Apesar de termos capacidade de usar a marca no Brasil, não temos como falar da questão", diz o CEO da Datora, Wilson Otero. Mas ele deixou escapar: "Se quiserem, será excelente". Para ele, a empresa teria uma "visibilidade sensacional", e que já estrearam "certo com a Datora" ao entrar no mercado nacional.

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