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Para Robert Redford, vídeo no celular ainda está longe do lucro

O ator Robert Redford, que atualmente se dedica mais ao seu projeto do Sundance Film Institute, de fomento a filmes independentes, do que à atuação, foi um dos destaques do Mobile World Congress, maior evento mundial da indústria de telefonia celular, que acontece esta semana em Barcelona. Redford, desde o ano passado, envolveu seu instituto com o trabalho de pesquisa e desenvolvimento de formatos de curta-metragem (filmes de no máximo 15 minutos) para o celular. "Fiz isso porque acredito que um dos grandes problemas do cinema e da produção em geral é a dificuldade de distribuição", disse o ator em uma das sessões do congresso. "O desafio é que ainda existe uma barreira muito grande entre aquilo que é lucrativo e o que não é lucrativo. O que existe hoje de conteúdos de vídeo para celular não é lucrativo. Agora está na hora de dar o próximo passo", disse o ator, reconhecendo que ainda não sabe quais os modelos que se viabilizarão. "Eles existem, só não foram explorados ainda".
A atriz, diretora de cinema e ex-modelo italiana Isabella Rossellini é uma das que foram "bancadas" por Robert Redford para descobrirem os formatos de vídeo para celular. Ela idealizou e montou a série Green Porn (uma série cômica sobre sexo entre animais), de oito filmes especificamente criados para o celular. "O que constatamos é que para que a coisa pareça profissional, há muito mais a ser feito além de simplesmente filmar. Ainda é algo caro e trabalhoso", disse a atriz. Robert Redford concorda: "hoje existe muito conteúdo, mas é preciso separar o que é de qualidade e o que é amador".

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