Oi investiga falhas de governança apontadas pela PwC

Após a divulgação do relatório da auditoria da PwC sobre o empréstimo feito pela PT SGPS (holding do grupo Portugal Telecom) à Rioforte (do Grupo Espírito Santo), que mostrou grande quantidade de falhas de governança (deliberadas ou premeditadas) observadas pela consultoria, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pediu esclarecimentos à Oi no Brasil. A companhia respondeu nesta segunda-feira, 12, garantindo que está apurando fatos e tomará providências.

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A Oi tomou conhecimento do relatório no dia 8 da semana passada e diz que, desde então, "vem centrando seus esforços no apoio à apuração dos fatos" e que "tomará todas as medidas pertinentes para esclarecimento destes fatos". A empresa alega ainda ter tomado "todas as cautelas" e que "agiu com elevados padrões de diligência para preservar a companhia e seus acionistas". A Oi garante que não foi informada e nem participou de decisões em relação a empréstimos à RioForte, ressaltando que esses eventos teriam sido anteriores à integralização do capital da Oi pela PT SGPS, ocorridas entre abril e maio do ano passado.

O relatório da PwC citou ainda o então diretor presidente da Oi (e da Portugal Telecom), Zeinal Bava, afirmando que estava em posição em que deveria estar ciente ou deveria ter controle dos processos. "A companhia esclarece que solicitará esclarecimentos ao Sr. Zeinal Bava a respeito da veracidade dos fatos descritos pela PwC."

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