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GSMA e Agência Espacial Europeia celebram parceria

Satélite BlueWalker 3, da AST SpaceMobile. Foto: Divulgação

A Agência Espacial Europeia (ESA, em inglês) e a GSMA Foundry, iniciativa de inovação da associação global das operadoras móveis, anunciaram durante o MWC 2024, em Barcelona (Espanha), algumas medidas para contribuir na integração de satélites e redes terrestres de conectividade móvel.

De acordo com as entidades, a parceria vai focar em cinco áreas prioritárias para ajudar as empresas de telecomunicações a implementarem novos serviços em comunicação em colaboração com satélites, visando, inclusive, novas vias de receitas que antes não eram possíveis. 

Entre as medidas adotas, há um funding inicial de 15 milhões de euros (cerca de R$ 81 milhões) para que a ESA possa identificar novas oportunidades e contribuir para estimular a inovação e o desenvolvimento de projetos. Os órgãos ainda vão trabalhar na expansão da rede de laboratório para participantes da GSMA Foundry que desejarem colaborar nos hubs de 5G e 6G da ESA em Harwell, no Reino Unido, e no Telecom Lab em Noordwijk, na Holanda. 

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Além disso, a GSMA planeja lançar um curso avançado para apoiar as iniciativas e colaborações nas redes terrestres e não terrestres, bem como a implantação da Comunidade de Rede Não-Terrestre, visando futuras iniciativas e atividades.

Por fim, a GSMA Foundry e a ESA deverão atuar na unificação do ecossistema. Neste sentido, a ideia é convidar a indústria a reunir esforços em direção à interoperabilidade o das redes terrestres e não terrestres.

“Um dos objetivos da ESA é conectar todos, em qualquer lugar e hora, e esta poderosa colaboração com a GSMA é um passo significativo no avanço das indústrias de comunicações móveis e por satélite”, afirma Antonio Franchi, o head do Programa de Rede Não-Terrestre 5G e 6G da ESA, em comunicado. 

“Queremos que esta parceria com a ESA ajude a desbloquear os enormes benefícios que as redes de telecomunicações terrestres e por satélite podem trazer para as empresas e os consumidores, garantindo que eles estejam mais conectados”, afirma Alex Sinclair, o CTO da GSMA, em nota.

As ações adotadas agora pela ESA e a GSMA não são por acaso. Um relatório da própria associação global das operadoras móveis estima que as novas inovações por satélite possam resultar em uma renda adicional entre US$ 30 bilhões a US$ 35 bilhões (R$ 148 bi a R$ 173 bi) até 2035, um patamar equivalente a entre 2% a 2,5% da base atual de receitas móveis.

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