Receita da Vivo com SMS aumentou 28% em um ano

Enquanto em países desenvolvidos o tráfego de voz e de SMS é afetado pela popularização de aplicativos como Viber, WhatsApp e Skype em smartphones, no Brasil isso não acontece ainda. Muito pelo contrário: a receita com mensagens de texto tem aumentado significativamente entre as teles brasileiras, graças à criação de pacotes ilimitados e à redução dos preços, o que estimula o uso do serviço. A prova disso pode ser vista no balanço financeiro da Vivo referente ao segundo trimestre, publicado nesta quarta-feira, 25. A receita da operadora com mensagens de texto e multimídia enviadas entre usuários (ou P2P, na sigla em inglês) aumentou 28% em comparação com o segundo trimestre de 2011, passando de R$ 361 milhões para R$ 465 milhões.

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A receita com tráfego de dados móveis, por sua vez, cresceu 15,8% no mesmo intervalo, passando de R$ 582,5 milhões para R$ 674,5 milhões. Essa área responde por praticamente metade de toda a receita de dados da Vivo. A companhia aponta a melhora nas vendas de modems 3G e de smartphones com planos e pacotes de dados para clientes pré-pagos como fatores para o aumento da receita.

A área de serviços de conteúdo móvel, na qual se incluem ringtones, notícias por SMS e MMS, aplicativos, ringback tones (som de chamada), cursos de e-learning etc., registrou crescimento de 21,8% em comparação com o mesmo período do ano passado, alcançando R$ 211,1 milhões.

Somando essas três áreas, o faturamento da Vivo com dados foi de R$ 1,35 bilhão no segundo trimestre, o que representa um aumento de 21% na comparação anual. Agora, a receita de dados representa 26,4% da receita líquida da operação móvel da Vivo. Se excluído o faturamento com aparelhos e considerada apenas a receita com serviços móveis, a área de dados responde por 27,2% do total. Para efeito de comparação, na operadora norte-americana AT&T, o segmento de dados corresponde a 39% da receita com serviços móveis.

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