Presidente da Telefônica defende integridade do espectro para o MMDS

O mais importante operador de MMDS no Brasil, hoje, é o grupo Telefônica, que entrou nesse mercado ao comprar a TVA. O presidente da empresa no Brasil, Antônio Valente, acha precipitado que se fale em redução do espectro do MMDS nesse momento. "É preciso lembrar que até bem pouco tempo simplesmente não havia tecnologia que desse competitividade aos operadores. Apenas agora é que o MMDS se digitalizou. Além disso, a tecnologia mais eficiente de transmissão de dados banda larga para esta faixa, que é o WiMax, ainda não foi homologada pela agência na faixa de 2,5 GHz. E precisamos também lembrar que a TV por assinatura está caminhando para a alta definição", diz o executivo, enumerando as razões pelas quais discorda da redução do espectro para o MMDS. Ele afirma que no momento em que a Anatel liberar a tecnologia e ela puder ser implantada, a Telefônica pretende sim entrar no mercado de banda larga por meio de WiMax na faixa de 2,5 GHz. "É uma tecnologia perfeita para atender locais em que outras redes não têm como entrar, como comunidades carentes".
Existe uma polêmica em torno do que acontecerá aos grupos exploradores da faixa de MMDS nesse momento em que há grande pressão de operadores de telefonia celular por mais espectro para 3G e, mesmo dentro da agência, visões divergentes sobre que destinação deve ser dada ao espectro de 2,5 GHz. A Telefônica é uma das empresas cujas licenças de MMDS serão renovadas em fevereiro de 2009.

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