58% dos brasileiros querem plano de dados com streaming de vídeo ilimitado

58% dos brasileiros estão muito interessados em planos de dados móveis que incluam streaming de vídeo ilimitado, revela a mais nova edição de um relatório global do Ericsson Consumer Lab sobre o consumo de conteúdo audiovisual. O Brasil é um dos mercados onde os consumidores demonstram maior interesse por essa ideia, junto com Índia (72%), Colômbia (60%) e África do Sul (58%). Em comum entre eles: são mercados emergentes com crescente penetração de smartphones, aumento do consumo de conteúdo digital, mas infraestrutura móvel e planos de dados não adequados para essa explosão de demanda por vídeo móvel. Na média mundial, segundo a pesquisa, 40% das pessoas têm muito interesse por planos de dados com streaming de vídeo ilimitado.

Nos EUA, a Ericsson comparou a proporção de consumo de dados em smartphones entre redes Wi-Fi e redes móveis, e entre pessoas com planos imilitados e aquelas com outros planos. Entre os assinantes com planos ilimitados, a participação das redes móveis fica próxima dos 30%, variando para mais ou para menos de acordo com a faixa etária. Já entre aqueles com outros planos, a participação fica próxima a 15%, mas chegando a ser de apenas 4% no grupo de 18 a 24 anos, por causa do poder aquisitivo menor que limita seus gastos com dados.

Análise

A oferta de planos ilimitados de streaming de vídeo precisa valer para quaisquer serviços do gênero, para que as operadoras não sejam acusadas de ferirem a neutralidade de rede e, consequentemente, o Marco Civil da Internet. Foi como fez a T-Mobile nos EUA, por exemplo, com seu plano Binge On. No Brasil, nenhuma operadora experimentou esse modelo ainda.

1 COMENTÁRIO

  1. 58%? Por favor né, quem nesse mundo não iria querer planos de dados ilimitados tanto na residência quanto no celular? Somente quem está por fora do assunto, talvez. Por mais que não use muito, saberia que tem dados ilimitados à disposição.

    As operadoras que vivem em outro mundo e querem se aproveitar dos consumidores, o preço tem que ser justo porque né 2016…

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