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TV por assinatura
PremiereFC.com deve ser comercializado em janeiro
quarta-feira, 10 de agosto de 2011 , 10h50 | POR ANA CAROLINA BARBOSA

Segundo o diretor de novas mídias da Globosat, Gustavo Ramos, os assinantes de TV por assinatura podem esperar muitas novidades nos próximos meses para o acesso ao conteúdo da programadora de maneira não-linear e em outros dispositivos além da televisão. Além do Muu, plataforma de VOD já disponível para assinantes da Net e em vias de chegar aos assinantes de outras operadoras (há questões contratuais e de autenticação a serem resolvidas), a programadora tem um novo produto em fase de teste que deve ser comercializado a partir de janeiro de 2012. Trata-se do Premiere FC.com, voltado para os assinantes do Premiere FC que queiram acompanhar os jogos longe do ponto de TV por assinatura. De acordo com Ramos, essa é uma demanda dos próprios assinantes.
O produto está em fase de teste com cerca de 10 mil assinantes Net. "O objetivo no momento é testar os níveis de preço, a mobilidade e o uso da rede", explica o executivo. A ideia é que estas questões sejam acertadas até janeiro do próximo ano, já para os campeonatos estaduais.
Novas mídias
Ramos explica que as inciativas da Globosat na área de novas mídias têm o objetivo principal de agregar valor ao serviço de TV por assinatura, mas também ajudar a ampliar a adesão aos serviços, conquistando novos assinantes. O Muu, por exemplo, é uma maneira de a Net oferecer conteúdo sob demanda aos assinantes da base SD. Hoje, o produto sob demanda da operadora, o Now, só é acessível aos assinantes HD. "Para as operadoras de DTH, o Muu, através do IP, é facilmente combinável com produtos sob demanda de outras programadoras para as operadoras criarem um serviço branded", destaca Ramos. Não-assinantes de TV por assinatura terão acesso a 10% do conteúdo do Muu.
O executivo observa que estas iniciativas marcam a transição da Globosat de uma empresa de canais para uma empresa de conteúdos. Ele adianta que novos produtos podem ser criados usando os ativos da programadora como as 340 mil horas de acervo, a cadeia de valor e os produtos já disponíveis. "Podemos a partir disso pensar em qualquer tipo de agrupamento de conteúdos, como filmes, desenhos animados e documentários", ressalta.

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