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Análise
Base pós-paga adiciona mais de um milhão de acessos em agosto
segunda-feira, 01 de outubro de 2018 , 19h40

Com 1,057 milhões de adições, a modalidade de acesso pós-pago (incluindo planos controle) teve em agosto o maior crescimento desde novembro de 2017, quando aumentou a base em 1,138 milhão de linhas. Segundo dados do mercado de telefonia móvel divulgados pela Anatel nesta segunda, 1º, o pós chegou a 94,980 milhões de conexões no mês, o que representa 40,53% do mercado total brasileiro. Mantendo esse ritmo, deverá chegar em janeiro de 2019 já passando dos 100 milhões de acessos.

Apesar do crescimento do pós-pago, a base pré-paga ainda é dominante, com 59,47%, ou 139,386 milhões de acessos. Porém, vem diminuindo em ritmo constante. Em agosto, foram 1,440 milhão de desligamentos, uma redução de 1,02%. Comparado a agosto de 2017, são 19,096 milhões de desconexões (queda de 12,05%).

É um crescimento líquido mais lento do que o observado na tecnologia LTE, mas existe. Quem mais aumentou no pós no mês foi a Vivo, com 401,3 mil adições, e um avanço de 0,8 ponto percentual, ficando em 52,2% – é também, por enquanto, a única das grandes operadoras a contar com mais da metade da base em pós-pago.

A Claro avançou 0,4 p.p. no mês, e agora tem um mix de 37,6% de pós-pago. Mesmo crescimento em ponto percentual teve a TIM, que agora tem um mix de 34,6%. Por sua vez, a Oi cresceu 0,3 p.p. e tem agora 25% de pós-pagos. Confira no gráfico abaixo a proporção de cada uma das quatro maiores teles.

Com 234,366 milhões de acessos, a base total voltou a encolher em agosto, com 382,8 mil desligamentos, uma redução de 0,16%. Em 12 meses, a queda é de 7,801 milhões de acessos, o que deixou o total 3,22% menor. Haverá provavelmente correções no próximo mês, uma vez que a base reportada da Algar Telecom em agosto foi exatamente a mesma de julho, tanto em modalidade de planos quanto em tecnologia.

Tecnologias

O LTE avançou 2,015 milhões de contratos no mês, já acumulando 34,144 milhões em 12 meses, resultando em um crescimento respectivamente de 1,67% e 38,48%. No total, eram 122,648 milhões de conexões 4G no Brasil. Os maiores crescimentos mensais foram da Claro e da TIM, com 670,4 mil e 622,5 mil adições respectivamente. A base da operadora do grupo América Móvil tem 28,621 milhões de conexões, enquanto a tele do grupo Telecom Italia encerrou o mês com 32,451 milhões de linhas. A líder do segmento é a Vivo, com 39,689 milhões de linhas após avanço de 0,68% no mês. A Oi cresceu 2,22% e ficou com 20,437 milhões de contratos.

A base total 3G continuou a cair no mês, com 2,221 milhões de desligamentos (redução de 3,30%), somando 65,119 milhões de acessos. Em 12 meses, a queda é de 33,322 milhões de linhas, ou 33,85%. Por sua vez, os acessos 2G foram reduzidos em 2,31%, ou 627,6 mil desconexões no mês, totalizando 26,490 milhões de linhas. Em 12 meses, a queda é de 29,44%, ou 11,053 milhões de desligamentos. As bases de máquina a máquina (M2M) Especial e Padrão cresceram 3,38% e 2,45% no mês, totalizando respectivamente 8,044 milhões e 9,575 milhões de acessos.

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