Celulares devem brigar pelo IGP-DI pleno

As celulares não pretendem abrir mão da aplicação integral do IGP-DI acumulado (7,69%) a que têm direito por contrato nas tarifas de público e de interconexão. Segundo informações de fonte ligada às operadoras móveis, a Anatel se reuniu com cada uma das empresas do segmento, assim como com as operadoras fixas, e apresentou uma contraproposta para o reajuste. A agência estabeleceu um cálculo específico para cada celular, com um desconto de produtividade que não onera as operadoras fixas, um redutor na VU-M que dá uma margem de R$ 0,02/minuto para fixas. Para uma das operadoras, o reajuste da tarifa fixo-móvel proposto pela Anatel ficou em 6,69%. Após as reuniões, ocorridas no fim da última semana, a agência teria pedido às operadoras que enviassem a resposta se aceitavam ou não a contraproposta até a tarde desta segunda, 2. A tendência é que as teles celulares fechem uma posição conjunta, para não enfraquecer o pleito do segmento, e que batam o pé pelo reajuste cheio do IGP-DI, sem o desconto de produtividade. A Anatel não se pronuncia sobre o assunto enquanto as negociações não forem concluídas.

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