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ABTA manifesta ao governo preocupação com regras do DTH

É grande a preocupação do setor de TV por assinatura com a possibilidade de que as empresas de DTH (TV paga via satélite) tenham que trocar seus conversores por um modelo híbrido que capte o sinal de TV aberta e o sinal do satélite, para transmissão da TV local. Esta mudança está na revisão do Regulamento do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC), na pauta do conselho da Anatel desta semana. Conforme antecipado por este noticiário em dezembro, a mudança pode ser drástica. 

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As operadoras de TV por assinatura por satélite estão preocupadas com a possibilidade de serem obrigadas a trocar os conversores dos assinantes por um modelo híbrido, capaz de captar o sinal de satélite e os canais abertos locais. Segundo o presidente da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), Oscar Simões de Oliveira, que esteve nesta terça, 10, com o ministro das Comunicações Ricardo Berzoini, o custo dessa troca está avaliado em R$ 4 bilhões para atender os atuais 12 milhões de assinantes.

Esse foi um dos temas tratados com o ministro  Berzoini, em encontro dos diretores da ABTA, nessa terça-feira,10. Além do presidente da entidade, o presidente da Claro, Carlos Zenteno, e da Sky, Luiz Eduardo Baptista, também participaram da reunião.

Oscar Simões salientou que a possibilidade de troca do conversor dos assinantes de DTH ainda está em estudo na Anatel. “Antes de ser aprovada, a medida demandará muitos debates”, afirmou. Além do mais, a troca se daria à medida que o sinal analógico fosse sendo desligado.

Para Zenteno, outra preocupação do setor é com a valorização significativa do dólar, que pode afetar as contas das operadoras. Porém, disse que ainda é cedo para saber se essa alta da moeda norte-americana se refletirá no nível de investimentos. “Nós temos muitas obrigações de cobertura 4G e da zona rural que precisam ser atendidas”, disse o executivo.

O presidente da ABTA acredita que, mesmo com as dificuldades econômicas, o serviço de TV por assinatura pode ter resultado positivo em 2015. “O crescimento do setor foi de 8% no ano passado e, apesar da situação adversa, estamos confiantes de que haverá evolução este ano, mas será um ano difícil, com aumentos de custos e inadimplência”, disse.

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