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IBGE vê crescimento de 43,6% de provedores regionais de internet entre 2006 a 2014
terça-feira, 15 de dezembro de 2015 , 15h10

O crescente acesso à internet nos municípios brasileiros foi apontado no suplemento de Cultura do Perfil dos Estados e Municípios Brasileiros 2014 (Estadic/Munic), divulgado pelo IBGE. Segundo o levantamento, os provedores regionais estão presentes em 65,5% das cidades, enquanto as lan houses apareciam em 82,4% dos municípios. Entre 2006 e 2014, o crescimento de pequenos provedores foi de 43,6%.

De acordo com a pesquisa, o sinal da televisão aberta continua sendo o maior meio de acesso aos conteúdos culturais no Brasil, presente em 99,9% dos municípios, em 2014. No entanto, apenas 12,1% dos municípios brasileiros tinham produção local de programas de TV através de geradoras. Emissoras de rádio comunitária estão presentes em 64,1% dos municípios, enquanto as emissoras de televisão comunitária puderam ser encontradas em apenas 3,5% deles em 2014.

Em 2014, a produção cinematográfica apoiada por estados e municípios atingiu 1.849 filmes (incluindo curtas, médias e longas-metragem). Entre as 27 administrações estaduais, 24 apoiaram financeiramente a produção de filmes, destacando-se o Rio Grande do Sul (60 filmes), Pernambuco (54 filmes) e São Paulo (42).

Nos 12 meses anteriores à pesquisa, foram produzidos 480 filmes com apoio dos estados, sendo 229 "curtas", 113 de média duração e 138 de longa duração, segundo o IBGE. Entre os municípios, 6% apoiaram financeiramente a produção de filmes. Foram 1.369 produções, sendo 838 "curtas", 271 de média duração e 260 de longa duração.

Pernambuco e Bahia promoveram todas as atividades audiovisuais investigadas pela Estadic / Munic 2014 (apoio financeiro às produções, festivais, atividades de preservação, conservação e recuperação dos acervos e as atividades cineclubistas).

COMENTÁRIOS

1 Comentário

  1. Geraldo A. Lobato Franco disse:

    Durante alguns anos tive um provedor, praticamente doméstico, pois abrangia apenas uma meia dúzia de bairros na Zona Sul do RIO e cobria quem sabe, de cerca de 800 a 900mil pessoas, uma pequena, mas solidária percentagem. Foi um serviço muito bem gerenciado até o momento em que houve um debacle de energia elétrica decorrente de um problema misto, parte do local aonde estavam parte culpa da fornecedora de energia, problema esse que derrubou pelo menos dos seus seis acumuladores (aqueles grandes!) que serviam de back-up do sistema. Depois disso, sobreviveram ainda uns seis meses para, por fim, serem absorvidos por outros negócios talvez mais lucrativos. Como funcionavam em termos de economia e finanças, eram de uma precisão de se usar como modelo de negócios. Deram lucro, pagava bem o investimento dos seus sócios e forneciam um serviço impecável. Poderia ser repetido noutros lugares de população idêntica e necessidades assemelhadas.

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