Agência vive impasse em relação ao caso Embratel/Telefônica

A Anatel está com poucas alternativas em relação ao caso da ação movida pela Embratel e que impede a Telefônica de operar longa distância nacional. Segundo o conselheiro Cerasoli, não se pode optar já por dar uma simples autorização à Telefônica (desistindo assim de adotar a estratégia da extensão contratual) porque este é o último recurso da agência. De acordo com Cerasoli, se a Anatel optar por dar à Telefônica a autorização, imediatamente abriria espaço para uma outra ação judicial baseada justamente nos argumentos hoje defendidos pela agência contra a Embratel. E se esta ação tivesse sucesso, não haveria mais formas de criar competição na longa distância. Por isso a Anatel vai esperar o julgamento do mérito da ação.

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