Internet no cabo deve demorar, aposta a Motorola

O diretor do Internet and Networking Group (ING) da Motorola no Brasil, Denoel Eller, não acredita que o uso de Internet sobre o cabo seja liberado antes do leilão das empresas-espelho, porque isto poderia afetar o preço das licenças. Mas, em sua opinião, agora é o momento certo para começar a trabalhar o produto com as operadoras de cabo. Os cable modems da Motorola, por enquanto, tem padrão proprietário, mas quem quiser adquiri-lo poderá migrar posteriormente para o padrão MCNS, garante Eller. O vice-presidente sênior e gerente geral do ING, Randall Battat, disse que a empresa já vendeu mundialmente mais de 250 mil unidades do produto, o CyberSurfr, sendo 170 mil em 1997 e 80 mil nos primeiros sete meses deste ano. A expectativa de Battat é de que a receita com o produto fique próxima a US$ 200 milhões neste ano, o que representa o dobro do resultado de 1997.

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