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Escolha da Trópico II
quinta-feira, 25 de março de 1999 , 18h16 | POR REDAÇÃO

A afirmação de Henrique Neves veio poucos dias após a Tele Centro Sul ter assinado com a Alcatel um contrato de expansão e upgrade de softwares de sua base de centrais de comutação Trópico RA. As razões que levariam a operadora a não usar a tecnologia seriam, segundo Neves, a base instalada relativamente pequena (perto de 5 milhões de terminais) e o seu alto custo. "Tem gente falando na volta das licitações, o que seria impensável na iniciativa privada. A Telebrás pagava até 50% acima do valor do mercado por um produto, mesmo após licitações", explica Neves, fazendo alusão às propostas de um regulamento de compra. "Quanto ao fornecedor nacional, não há problema. Não podemos é ficar limitados a uma única tecnologia nacional na qual o governo investiu US$ 400 milhões em desenvolvimento", continua o executivo.

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Comece o ano com um debate atualizado e aprofundado sobre os principais pontos da pauta política e regulatória do setor de Comunicações para o ano de 2019, as perspectivas para o novo governo e para o trabalho da Anatel, além de discussões aprofundadas sobre o modelo de regulação por incentivos e a aplicação  e implicações da Lei de Proteção de Dados para o setor de telecomunicações.

19 de fevereiro
Auditório Finatec, DF, Brasil
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