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Motorola e Ericsson são os fornecedores que mais criticaram o documento
quinta-feira, 20 de maio de 1999 , 21h05 | POR REDAÇÃO

Dos 17 comentários enviados por fornecedores, os mais incisivos partiram da Ericsson e da Motorola. O primeiro fornecedor diz que o documento limita a liberdade de contratar das operadoras, gera espaço para disputas legais e pode comprometer a capacidade das teles de oferecerem serviços com qualidade e a custos razoáveis. Diz que a regra de preferência por produto de tecnologia nacional estabelece reserva de mercado e é questionável dentro do âmbito da OMC. Além disso, a Anatel estaria invadindo a competência do Cade (Conselho da Administração e Defesa Econômica) e da SDE (Secretaria de Direito Econômico).

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Comece o ano com um debate atualizado e aprofundado sobre os principais pontos da pauta política e regulatória do setor de Comunicações para o ano de 2019, as perspectivas para o novo governo e para o trabalho da Anatel, além de discussões aprofundadas sobre o modelo de regulação por incentivos e a aplicação  e implicações da Lei de Proteção de Dados para o setor de telecomunicações.

19 de fevereiro
Auditório Finatec, DF, Brasil
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