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Margens menores em telecomunicações II
quarta-feira, 12 de Maio de 1999 , 23h00 | POR REDAÇÃO

Outra certeza dos analistas é que as operadoras de telefonia fixa e celular não estão conseguindo negociar satisfatoriamente com seus fornecedores externos de equipamentos. Calculam que o índice de nacionalização seja de 30% no serviço celular e 70% em telefonia fixa. Isso está produzindo dois efeitos negativos: de um lado, são obrigadas a aceitar custos maiores, derivados do aumento do dólar, sem a possibilidade de repassá-los para as tarifas. De outro, ao retardar as compras no exterior na esperança de conseguir descontos, estão deixando de instalar terminais e, é claro, de faturar. Finalmente, os analistas chamam a atenção para as mudanças na taxa de depreciação das empresas, que está sendo adequada aos padrões internacionais: a depreciação está sendo acelerada, o que significa deterioração maior do capital e menor margem.

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Principal encontro independente de debate e reflexão sobre políticas setoriais dos setores de telecomunicações e Internet. Organizado há 17 edições pela TELETIME e pelo Centro de Estudos de Políticas de Comunicações da Universidade de Brasília (CCOM/UnB), o evento congrega reguladores, formuladores de políticas, acadêmicos, empresas e analistas para um debate aberto sobre os temas mais relevantes e que serão referência ao longo do ano. Em 2018, estão em discussão uma agenda possível para o setor, o impacto do cenário eleitoral sobre as telecomunicações, a atuação  do Congresso Nacional sobre as políticas do setor de telecomunicações e Internet e as referências regulatórias internacionais.

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