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Margens menores em telecomunicações II
quarta-feira, 12 de maio de 1999 , 23h00 | POR REDAÇÃO

Outra certeza dos analistas é que as operadoras de telefonia fixa e celular não estão conseguindo negociar satisfatoriamente com seus fornecedores externos de equipamentos. Calculam que o índice de nacionalização seja de 30% no serviço celular e 70% em telefonia fixa. Isso está produzindo dois efeitos negativos: de um lado, são obrigadas a aceitar custos maiores, derivados do aumento do dólar, sem a possibilidade de repassá-los para as tarifas. De outro, ao retardar as compras no exterior na esperança de conseguir descontos, estão deixando de instalar terminais e, é claro, de faturar. Finalmente, os analistas chamam a atenção para as mudanças na taxa de depreciação das empresas, que está sendo adequada aos padrões internacionais: a depreciação está sendo acelerada, o que significa deterioração maior do capital e menor margem.

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Comece o ano com um debate atualizado e aprofundado sobre os principais pontos da pauta política e regulatória do setor de Comunicações para o ano de 2019, as perspectivas para o novo governo e para o trabalho da Anatel, além de discussões aprofundadas sobre o modelo de regulação por incentivos e a aplicação  e implicações da Lei de Proteção de Dados para o setor de telecomunicações.

19 de fevereiro
Auditório Finatec, DF, Brasil
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