TelComp reclama de "reserva de mercado" no edital de 2,5 GHz

O presidente da TelComp, João Moura, criticou a adoção de patamares mínimos para a aquisição de equipamentos produzidos e desenvolvidos no Brasil, durante audiência pública sobre o edital de venda das faixas de 2,5 GHz e 450 MHz.

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Para ele, trata-se de uma preocupante reserva de mercado. "Todos nós lembramos do insucesso de políticas como essa no passado. Todos nós queremos ver a indústrial nacional se desenvolver, mas entendemos que haja outros caminhos. A experiência mostra que não é efetivo e não está em linha com o objetivo de baixar o preço da oferta", disse ele.

O superintendente de serviços privados da Anatel, Bruno Ramos, explicou que a regra foi construída conjuntamente com os fornecedores estabelecidos no Brasil, de modo que os patamares estabelecidos pela Anatel são possíveis de serem alcançados. Ainda assim, caso alguma empresa tenha dificuldade em adqurir o equipamento nacional poderá comprar o importado. A ideia, segundo Ramos, é criar um ambiente propício para para a construção a longo termo de uma estrutura nacional de telecom capaz de competir a nível global.

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