"Crédito do BNDES financiará nosso futuro", diz CFO da TIM Brasil

Apesar de ter fluxo de caixa livre forte de R$ 1,31 bilhão no trimestre e baixo endividamento líquido (R$ 1,44 bilhão), a TIM Brasil optou por recorrer à linha de crédito de R$ 5,7 bilhões para renovar vencimentos da dívida bruta da companhia, que hoje soma R$ 4,78 bilhões, e garantir seus investimentos nos próximos anos. A explicação foi dada pelo CFO da TIM Participações, Claudio Zezza, durante a conferência de resultados nesta quarta, 30.

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"Tínhamos que olhar a situação hoje, onde necessitamos renovar o vencimento dessa dívida. Eram duas opções: ou continuávamos com fontes antigas de financiamento ou íamos para o mercado. E o BNDES hoje é a nossa fonte de custo mais atrativa por ser um banco de fomento", justifica Zezza. "Estamos financiando o nosso futuro. Essa nova linha de crédito, com prazo de oito anos, vai permitir o financiamento do nosso Capex para os próximos três anos, não é (uma questão) de financiar a companhia hoje", pontua.

Zezza garantiu que não está nos planos uma mudança na política de pagamento de dividendos da empresa. "Esse ano chegamos a pagar quase 50% do lucro líquido e vamos continuar conforme a empresa continua crescendo", disse.

 

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