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Para Acision, banda larga móvel não tem a mesma lucratividade que voz

Embora a banda larga hoje seja a grande coqueluche das operadoras móveis – com índices altíssimos de crescimento – as operadoras móveis não conseguem enxergar a real lucratividade do serviço. Isso acontece porque o modelo de cobrança (muito baseado no flat fee) não considera uma peculiaridade importante do serviço: a alta utilização da rede de dados. "Não vejo nenhuma operadora confiante que o modelo de preço para banda larga móvel vai levar aos mesmos níveis de lucratividade do serviço de voz", disse Rory Buckley, CEO mundial da Acision.
O executivo explica que dentro desse cenário, a receita média por usuário não é um indicador confiável para medir a receita que as operadoras conseguem com o serviço na medida em que ele não leva em consideração a utilização dos recursos de rede. Para Buckley, as operadoras devem pensar em lucro por megabyte e a partir daí desenharem novas formas de cobrança.
Pesquisa

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O executivo falou durante a divulgação de uma pesquisa sobre VAS encomendada ao site Teleco. A pesquisa ouviu 500 pessoas na grande São Paulo e mostrou que 86% dos entrevistados utilizou SMS nos últimos três meses, 10% utilizou MMS no mesmo período, 4% utilizou e-mail e 1% utilizou instant message. Ainda de acordo com a pesquisa, 50% dos usuários de celular da cidade de São Paulo ouviram música no celular nos últimos três meses, em média, 5,53 vezes por semana. Esse percentual nos EUA é de 7%. Apesar do alto índice de pessoas que ouvem música no celular, chama atenção que apenas 10% dos entrevistados disseram que fizeram download de música no celular nos últimos três meses.

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