Faixa dos 450 MHz é fundamental para a Telefônica no Nordeste, diz Valente

A área rural do Nordeste foi fundamental para a Telefônica/Vivo no leilão do 4G. De acordo com o presidente da operadora, Antônio Carlos Valente, a frequência para atender às áreas mais remotas é uma das estratégias da empresa para fortalecer sua presença na região. Ele disse, durante o encerramento do Painel Telebrasil nesta quinta-feira, 30, em Brasília, que, mesmo com uma eventual distribuição da faixa dos 700 MHz, a de 450 MHz já atenderia bem aos interesses.

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“O problema, além da largura, é a indisponibilidade de equipamento terminal. Se não tem isso, fica mais difícil e caro para o consumidor, que terá ainda menos variedade de aparelhos”, explica. Ainda assim, existe uma boa perspectiva de cobertura da Telefônica na região, incluindo também as capitais nordestinas.

A empresa já investe em grandes projetos locais, incluindo a expansão da rede 3G. “O Nordeste é uma região com altas taxas de crescimento, até pelos grandes projetos como portos, pólos industriais e tecnológicos, como é o caso do CESAR, no Recife”, lembra. A operadora realizou recentemente a Campus Party na capital pernambucana, evento considerado um sucesso por Valente. “É um mercado ávido para consumir serviços, isso está provado. Há uma grande demanda para as atividades e as empresas vão estar atuando na região”, diz.

“Fomos últimos a chegar no Nordeste e, durante o período, tínhamos espectro menor e menos volume. Hoje, temos a maioria cobertura 3G e HSPA+”, comemora.

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