Teles e Minicom mostram discurso quase alinhado em relação à faixa de 700 MHz

As operadoras de telecomunicações ouviram do ministro das Comunicações Paulo Bernardo quase o que gostariam em relação ao leilão da faixa de 700 MHz em 2013. Durante o 56° Painel Telebrasil, Paulo Bernardo voltou a falar sobre a possibilidade concreta de que a faixa seja licitada em 2013. Só não disse que isso poderia acontecer no primeiro semestre e nem que a licitação não terá novas exigências, como esperavam as empresas. Antonio Valente, presidente da Telebrasil e da Telefônica/Vivo no Brasil, sinalizou que empresas estão dispostas a botar a mão no bolso novamente para comprar frequência já no primeiro semestre, menos de seis depois de participaram da licitação do 2,5 GHz. É claro que o setor espera que haja algum tipo de acordo com a radiodifusão para a desocupação da faixa e obrigações de cobertura e contrapartidas mais leves.

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Bernardo procurou mostrar que a licitação não prejudicará a radiodifusão. "Não vamos ocupar a faixa com banda larga se não tivermos  migrado para a TV digital". Para o ministro o montante de investimento do setor nos últimos anos é de “encher os olhos”, mas existe uma contrapartida importante que é a ascenção do brasileiro à classe média.

O ministro também mencionou a revisão do PNBL com vistas a universalizar o acesso à Internet. “Queremos também aumentar a velocidade de Internet no País e isso, junto com a universalização, vai significar uma extraordinária mudança no Brasil”, disse o ministro em seu discurso de abertura.

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