Brightstar comemora 3 milhões de celulares vendidos no Brasil com a marca Meu

Em menos de dois anos de existência, a marca Meu, criada pela Brightstar, acumula 3 milhões de celulares vendidos no Brasil. O número foi atingido na semana passada e revelado para MOBILE TIME pelo diretor comercial da companhia, Daniel Couri. Desse total, 1 milhão foi registrado em 2012 e 2 milhões este ano. Como ainda faltam as vendas do Natal, o executivo acredita ser possível fechar 2013 com 2,5 milhões de unidades comercializadas.

A Meu foi lançada em janeiro do ano passado. É uma marca criada especialmente para o mercado brasileiro – no resto da América Latina a Brightstar usa o nome Avvio. Começou com um portfólio de feature phones, distribuídos diretamente ao varejo e com foco de marketing nas classes C e D. Este ano incluiu os primeiros smartphones, passou a mirar também na classe B e fechou contrato com a Oi, que vai distribuir com exclusividade o seu novo top de linha, o AN500. Atualmente o portfólio é composto por nove aparelhos, sendo cinco smartphones. Todos são dual SIMcard e os smartphones são Android. Os produtos são fabricados na China e customizados no Brasil.

Para compensar o fato de não ser uma marca tradicional de telefones celulares, a Meu bota seus preços em média 25% abaixo dos modelos equivalentes de concorrentes de grande porte. "Tenho orgulho de quebrar o paradigma de que no Brasil o que vende é apenas a marca. O varejo apostou na gente e comprovou isso", comenta Couri. "Nosso marketing é focado no cliente brasileiro que quer mais por um preço justo", completa. O AN500, por exemplo, é um smartphone dual core de 1,2 GHz, com tela IPS de 5 polegadas, câmera de 8 MP, conectividade HSPA+ e entrada para dois SIMcards, ao preço de R$ 679. Visualmente, lembra o Samsung Galaxy S4, porém é mais pesado. Em termos de features, se assemelharia ao Samsung Galaxy Gran Duos, que hoje é vendido por R$ 1.149.

O preço não foi o único fator que atraiu os varejistas a comprarem o Meu. A Brightstar realizou uma série de projetos de personalização dos aparelhos para redes específicas, o que favoreceu que o produto ganhasse destaque nas prateleiras. Além disso, Couri garante que a qualidade não deixa a desejar e que o percentual de aparelhos com problemas é menor que a média. "Ter qualidade não é apenas uma questão de marca, mas de custo. O custo do pós-venda é caro", explica o executivo.

Para 2014, a Brightstar pretende vender mais ou menos a mesma quantidade de aparelhos no Brasil, mas com uma proporção maior de smartphones, o que deve aumentar sua receita. Além disso, espera estreitar os laços com as operadoras, tendo modelos inseridos nos portfólios de outras além da Oi.

Daniel Couri com o novo AN500

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