Valente critica redução na VU-M

Durante conversa com jornalistas após apresentação de parceria com a Mastercard, o presidente da Telefônica/Vivo, Antonio Carlos Valente, disse que fez uma reunião na semana passada para analisar o Plano Geral de Metas de Competição (PGMC) e avaliou que há "aspectos positivos e outros que geram preocupação". Ele diz que medidas que incentivam processo competitivo precisam ser celebradas quando "respeitam os investimentos que já foram realizados", mas que há elementos negativos quando não há "contrapartida quando somos mais agressivos do que todo mundo", como disse ele sem querer dar exemplos.

Valente foi mais enfático quando o assunto foi a redução na tarifa de interconexão com a rede móvel (VU-M), lembrando que sempre foi "uma importante fonte de financiamento para a expansão de rede" e que, agora com novas tecnologias como HSPA+ e LTE, há investimentos pesados e dificuldades técnicas. "Toda vez que reduzimos a capacidade de geração de recursos próprios das empresas, existe uma preocupação em relação a isso."

Ele afirma que o desafio é procurar novas fontes de renda que incentivem a conectividade e as aplicações, como a parceria com a Mastercard procura fazer. "Cada vez mais, precisamos ter a capacidade de recompor as receitas das empresas e continuar com o processo de crescimento", disse.

Área rural

Questionado sobre a parceria com as empresas suecas para a utilização da faixa de 450 MHz no interior, Valente limitou-se a dizer que a Telefônica tem trabalhado com elas e que o Minicom está incentivando. "Certamente faremos algo consistente com o que já temos feito", desconversou.

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