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4G avança na Ásia, mas de maneira fragmentada

Enquanto a GSM Association se esforça para convencer a Anatel a seguir a padronização recomendada pela UIT na faixa de 2,5 GHz, do outro lado do mundo o cenário está bastante fragmentado. Segundo artigo publicado pelo site Rethink Wireless (www.rethink-wireless.com), a Ásia está avançando rapidamente em direção à quarta geração de redes móveis (4G), mas de forma não padronizada.
Na Tailândia, por exemplo, onde ainda não há 3G, o órgão regulador está disposto a pular essa etapa e ir direto para a 4G. Porém, em vez de usar as faixas de 2,5 GHz e 700 MHz, como vem sendo feito na maior parte do mundo, a Tailândia aproveitará a frequência de 2,1 GHz para 4G, vendendo licenças de 15 MHz. Segundo o órgão regulador tailandês, a faixa poderá ser usada tanto para LTE quanto para WiMAX.
Enquanto isso, na Malásia, a maior operadora WiMAX do país, a P1, anunciou a venda de 25% de seu controle acionário para a sul-coreana SK Telecom, dona de uma rede em padrão próprio de WiMAX conhecido como WiBro.

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Na Indonésia, oito donas de licenças em 2,3 GHz e 3,3 GHz tentam convencer o órgão regulador a deixá-las montar redes WiMAX com mobilidade, no padrão 802.16e. Ao mesmo tempo, há pressão para que a faixa de 2,5 GHz, hoje usada para transmissões satelitais, seja disponibilizada para LTE ou WiMAX.

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