Melhora para os investidores?

A redução nas metas não significa, necessariamente, uma melhora muito significativa para as empresas interessadas em investirem na privatização. Apesar da pressão exercida pelos possíveis futuros operadores para que as metas fossem definidas em patamares mais modestos, Renato Guerreiro lembra que a demanda por serviços de telecomunicações no Brasil, especialmente a demanda para a telefonia fixa, é de quase 100% da planta instalada. As novas metas propostas pela Anatel não chegam a atentar contra esta previsão. O conselheiro José Leite lembrou que, no mundo, a telefonia não tem crescido acima de 1% ao ano (exceção para a França e Coréia nos últimos anos) e que nossa meta de crescimento até 2001 é de pouco mais de 1,5% ao ano. "As metas são consistentes" diz José Leite.

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