Prodam abre consulta técnica para novo contrato de rede MPLS

A Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo (Prodam) abriu processo de consulta técnica nesta sexta-feira, 28, para a contratação de empresa fornecedora de rede MPLS (MultiProtocol Label Switching) para aumentar a infraestrutura e capacidade da rede. A ideia é apresentar a proposta técnica da empresa e coletar sugestões para aperfeiçoamento da infraestrutura para chegar a cerca de 3.500 pontos na capital paulista e atender a futuras demandas.

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O prazo para contribuições termina na próxima sexta-feira, 4 de abril. A partir daí será consolidada uma proposta com o edital completo, incluindo todas as regras de modelo de contratação, exigências de qualificação da empresa e outras questões jurídicas e financeiras. De acordo com o diretor de infraestrutura e tecnologia da Prodam, Marcelo Pimenta, só na fase posterior de consolidação do edital é que haverá uma pesquisa de preço. "Devemos fechar (o edital) até maio, inclusive com a publicação", afirma.

Pimenta garante que há novas demandas aparecendo "a todo momento" por conta do crescimento da prefeitura – os 3.500 pontos incluem hospitais, subprefeituras, escolas, unidades de saúde e toda a infraestrutura da administração. "São desde troca de endereços até o crescimento da prefeitura por causa das propostas do prefeito (Fernando) Haddad; tem uma série de projetos de aumento de infraestrutura em várias áreas: educação, saúde, habitação etc., e esses projetos geram novas demandas", diz o diretor, ressaltando que a demanda é, além de quantitativa, qualitativa também.

A Prodam não estabeleceu ainda qual a capacidade necessária que será determinada no edital. Segundo Marcelo Pimenta, as conexões serão de até 2,5 Gbps. Há uma estimativa de crescimento dos pontos da prefeitura na cidade, mas essa previsão ainda não foi consolidada. O objetivo é contar com soluções com tecnologias mais modernas que possam apresentar "melhor configuração de rede e redução de custos, além de avaliar os critérios e exigências legais".

O contrato atual da prestação de serviços de rede MPLS é atendido pela Primesys/Embratel, mas o prazo se encerra em agosto. Os contratos têm validade de um ano e possibilidade de renovação. "Os contratos que foram feitos a partir dessa ata (de registro de preços) têm uma vigência maior, porque a ata prevê 36 meses com possibilidade de prorrogação. Mas novos contratos não poderiam ser firmados até agosto", explica Pimenta.

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