10% dos aplicativos para iPad incluem vendas in-app

A venda de conteúdos por dentro dos aplicativos (in-app) é um modelo de negócios que está sendo mais utilizado em tablets do que em smartphones, especialmente por conta de aplicativos de revistas, jornais e games. É o que revela um estudo apresentado nesta quarta-feira, 28, pela holandesa Distimo. De acordo com dados colhidos em fevereiro nos EUA, 10% dos aplicativos para iPad na App Store norte-americana ofereciam vendas in-app, contra 6% no catálogo para iPhone e 2% no Google Play. Se considerados apenas os 200 títulos mais baixados em fevereiro para iPad nos EUA, 74% trabalham com o modelo de vendas in-app. Na App Store para iPhone e no Google Play, os percentuais são de 80% e 56%, respectivamente, quando avaliados os top 200.

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O estudo da Distimo destaca o crescimento do uso de aplicativos de jornais e revistas para iPad, muitos deles com vendas in-app. Na banca de jornais da Apple, lançada há apenas seis meses, os cem títulos mais populares registram uma média de US$ 70 mil em vendas diárias nos EUA. As cinco publicações mais populares em fevereiro foram, em ordem decrescente: The Daily, New York Times, The New Yorker, National Geographic e Cosmopolitan.

A App Store para iPad tem hoje 180 mil títulos, sendo 61% deles "universais" (apps que servem tanto para iPad quanto para iPhone). Em dois anos de existência, já foram vendidos mais de 50 milhões de iPads no mundo.

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