Oi descarta telefonia fixa e subsídio de aparelhos em São Paulo

Embora sua atuação se caracterize por ofertas convergentes de telefonia fixa e móvel, a Oi descarta a possibilidade de adquirir uma licença de telefonia fixa para operar em São Paulo. ?Nosso foco em São Paulo é somente telefonia móvel. Vale lembrar que com 3G ofereceremos serviços de banda larga também?, afirmou o diretor financeiro e de relações com os investidores da companhia, José Luis Salazar. A empresa deve iniciar uma operação celular com 2G e 3G em São Paulo no segundo semestre.
Apesar de ser o quarto entrante nesse Estado, a Oi descarta a possibilidade de rever sua estratégia de corte de subsídios de aparelhos pré-pagos. ?Exatamente porque São Paulo é um mercado enorme, há milhões de telefones para serem desbloqueados e receberem o nosso chip. Vamos manter a estratégia da venda de chips avulsos?, garantiu Salazar. Vale ressaltar que para clientes pós-pagos a Oi mantém em suas lojas próprias a oferta de aparelhos subsidiados.
Salazar evitou dar maiores detalhes sobre projeções para São Paulo. O executivo não quis abrir o investimento que será feito especificamente para a montagem da rede nesse Estado, nem a projeção de número de clientes. ?Essas informações são estratégicas e poderiam servir de munição para os nossos concorrentes?, justificou. O diretor tampouco respondeu a perguntas sobre a possível fusão entre Oi e Brasil Telecom.

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