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Com até 2 Gbps, TIM vê potencial estratégico da fibra contra o cabo

A TIM vai lançar novos planos de banda larga fixa da TIM Live no final de outubro. Segundo revelou o presidente da operadora, Pietro Labriola, nesta terça-feira, 27, a companhia se prepara para concorrer no mercado de ofertas gigabit com planos de velocidades de 1 e 2 Gbps – atualmente, a maior oferta da empresa é de 600 Mbps. Naturalmente, o centro dessa estratégia é a fibra. 

Em coletiva de imprensa virtual, o executivo voltou a afirmar que o fato de não ter uma infraestrutura legada permite maior flexibilidade na implantação, e enxerga que o modelo de negócios em médio e longo prazo vai ser dependente dessa tecnologia. 

Sem citar nomes, mas claramente se referindo à Claro, Labriola afirmou que o modelo de banda larga utilizando a rede de cabo (HFC), focada inicialmente na TV por assinatura, não teria sustentabilidade no futuro. “Até quando a tecnologia que é relacionada ao modelo de negócio de TV a cabo consegue aguentar? Em médio e longo prazo, com a transição mais para OTT, o cabo vira só conectividade, e aí não tem a capacidade de ter o mesmo nível de performance de FTTH”, opina. 

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Mas também o modelo contra pequenos provedores é observado. O CEO da TIM avalia que essas prestadoras regionais construíram infraestrutura sem esperar precisar chegar a velocidades em gigabits. “Ao mesmo tempo, na capacidade financeira, talvez a construção de rede tenha sido feita com overbooking, imaginando ter maior quantidade de cliente sobre capacidade da fibra.”

Neste cenário, Labriola acredita que o lançamento das ofertas de 1 e 2 Gbps deverão destacar mais a operadora diante da concorrência. “Vamos ver os provedores que conseguem ficar atrás. Isso é uma demonstração da verdadeira capacidade, porque diversamente todo mundo fala de lançar essa oferta”, destaca.

Labriola não quis antecipar a estratégia de preços, mas mencionou que tem condições de competir nesse seara. “Se colocaram R$ 200, é sempre mais ou menos uns R$ 114 em média no nosso FTTH”, comparou. A ideia é permitir que toda a base de fibra esteja apta a contar com as novas velocidades. 

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