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Open RAN é discutido na Câmara como saída para segurança na redes de 5G

A tecnologia de redes de acesso abertas Open RAN pode ser uma das saídas para a segurança da rede 5G, um dos aspectos mais discutido antes da aprovação do edital do leilão das faixas de frequências para a tecnologia Brasil. A proposta foi colocada pelos convocados de mais uma audiência realizada pelo Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados que acompanha a implementação da quinta geração de telefonia móvel no País.

Paulo Rogério Foina, presidente da da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI), apontou que o Brasil possui capacidade técnica para desenvolver tecnologia nacional capaz para suprir vários requisitos das redes 5G, incluindo o da segurança. “Podemos desenvolver componentes para a rede 5G. Precisamos ter incentivos para o desenvolvimento de tecnologia nossa para garantir uma efetiva segurança da rede”, disse o pesquisador.

Foina destacou que a ABIPTI está participando dos estudos do Open RAN que estão em curso no País, que permite aprofundar sobre o uso dessa tecnologia no Brasil, permitindo redes com inúmeros fabricantes.

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O vice-diretor da área de telecomunicações da Abinee, Aluizio Byrro, procurou argumentar o que tornaria essa segurança maior. “O Open RAN permite uma segurança cibernética das redes, uma vez que o 5G permitirá uma capacidade muito maior de dispositivos conectados. Além disso, o Open RAN permitiria muitos atores fornecendo insumos para a construção da rede”, disse o executivo.

Byrro também avaliou como positiva a proposta apresentada no edital do leilão do 5G dos blocos regionais de frequência, o que permite a a oportunidade de ofertar blocos de espectro para provedores regionais (PPPs).

Vale lembrar que a tecnologia Open RAN tem sido utilizada pelo governo dos Estados Unidos – especialmente durante a administração Donald Trump – como alternativa à tecnologia de fabricantes chinesas. No Brasil, além de testes com operadoras, o governo tem procurado discutir o tema com outros países, enquanto a Anatel montou um grupo de trabalho para analisar a questão. Mas ainda há um consenso que é preciso que a tecnologia amadureça.

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