Mercado de OSS vive consolidação também no Brasil

O mercado de OSS (Operational Support System) em telecomunicações movimenta entre US$ 450 milhões e US$ 600 milhões ao ano na América Latina. Mundialmente, as cifras giram entre 6 bilhões e 7 bilhões de euros, segundo o chefe da área de OSS da Nokia Siemens Networks, Urs Pennanen.
De acordo com o executivo, que esteve no Brasil esta semana, está havendo um processo de consolidação entre as empresas que desenvolvem softwares de OSS. Além de fabricantes de infra-estrutura de telecom, há muitas empresas da área de TI que atuam nesse segmento. Para Pennanen, a fusão entre Nokia e Siemens fortaleceu as duas companhias nesse mercado, pois seus portfólios são complementares. ?A Nokia tem grande presença em OSS para operadoras móveis e a Siemens, em operadoras fixas?, disse Pennanen.
Mais de 600 operadoras ao redor do mundo usam algum software de OSS da nova empresa. No Brasil, a maioria das teles é cliente da Nokia Siemens nessa área. Porém, cabe ressaltar que raramente as operadoras contratam um único fornecedor para prover toda a solução de OSS, que pode ser dividida em diversas camadas, para cada equipamento e cada tecnologia, assim como uma camada chamada de ?guarda-chuva?, que controla todas as demais.
O OSS coleta informações sobre o desempenho da rede e dos serviços e as transmite para outras áreas da empresa, como o CRM (Customer Relationship Management). ?O OSS é o cérebro da rede, que analisa como está funcionando o corpo dela?, compara o executivo. A nova geração de OSS que leva em conta a convergência para o mundo IP é conhecida como NGOSS (Next Generation OSS).

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