Mundo terá 1,2 bilhão de conexões M2M até 2017

As conexões máquina-a-máquina somaram 215 milhões de acessos no mundo em 2012, mas deverão chegar a 1,2 bilhão em 2017, de acordo com a previsão da A.T. Kearney e da GSMA divulgada nesta semana na Mobile World Congress, em Barcelona. Mas esses números não contam toda a história do mercado M2M e dos possíveis benefícios que podem ser conseguidos com a chamada "Internet das coisas".

Por exemplo: considerando a estatística de que 85 mil pessoas perdem a vida em acidentes de trânsito anualmente no mundo, o levantamento estima que uma em cada nove vidas poderá ser salva em 2017 por conta de serviços de comunicação de emergência em carros conectados, que pedem por resgate automaticamente após um acidente. Isso significa 35 mil vidas salvas com a ajuda dessa tecnologia embarcada em automóveis.

Já na área de saúde, os serviços de monitoramento deverão proporcionar economias consideráveis no setor. O mobile health pode ajudar a cortar US$ 400 bilhões nos países desenvolvidos membros da OECD (organização econômica para cooperação no desenvolvimento) em 2017. Em 2012, essas mesmas nações gastaram US$ 6,9 trilhões no setor.

Outro impacto está nas emissões de carbono nas grandes cidades. De acordo com o levantamento da A.T. Kearney e da GSMA, os medidores inteligentes podem reduzir a emissão em 27 milhões de toneladas de carbono na atmosfera, compensando o equivalente a 1,2 bilhão de árvores. Isso acontecerá porque as smart grids terão crescimento exponencial, ao menos em países desenvolvidos.

A previsão diz que a penetração de smart meters deverá chegar a 56% em 2017 na Europa por conta de grandes implementações no Reino Unido, França e Espanha. Em 2022, a penetração alcançará 100% de cobertura do território europeu. Os gastos anuais com smart grids serão de US$ 65 bilhões no mundo daqui a quatro anos.

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