Pharol nega apoio a plano alternativo de fundo abutre para a Oi

A Pharol (antiga Portugal Telecom) decidiu que não apoiará qualquer plano de reorganização alternativo da Oi na recuperação judicial, incluindo o projeto sugerido nesta semana pelo fundo norte-americano Elliot Management, do bilionário Paul Singer. Segundo informações da Reuters nesta sexta, 27, a maior acionista da companhia brasileira teria dito em comunicado que apoiaria somente uma proposta de reorganização que fosse aprovada pelo conselho da Oi. De acordo com a agência de notícias, o comunicado se referiu especificamente à proposta feita pela Elliot Management.

O plano da Elliot era de fazer uma injeção de capital de R$ 9 bilhões, virando assim a maior acionista da companhia, com de 51% a 60% de participação. Essa participação poderia variar de acordo com quanto dessa quantia (estimada em cerca da metade) seria destinada para compensar credores da Oi por meio de troca de dívida por capital. Essa proposta foi citada também pela Bloomberg durante esta semana. Uma versão anterior do plano alternativo, com o valor de R$ 10 bilhões, foi noticiada pelo jornal O Globo em outubro do ano passado, o que gerou uma reposta da Oi na época, quando afirmou que as conversas com a Elliot  "não seguiram adiante e tampouco se materializaram em uma proposta firme".

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