Vivo aprova distribuição de R$ 2 bilhões em dividendos 

A Telefônica Vivo realizou assembleias ordinária e extraordinária nesta terça-feira, 26, para tomar contas do exercício fiscal do ano passado, eleger a composição dos conselhos e tomar decisões para mudanças em estatuto social e em contrato com subsidiária para fornecimento de capacidade social. 

Após a deliberação, os acionistas da Telefônica decidiram que, do lucro líquido de R$ 6,239 bilhões em 2021, um total de R$ 2,028 bilhões serão distribuídos como dividendos aos detentores de ações ordinárias da companhia. A cifra é um pouco menor do que a divulgada ainda em dezembro do ano passado.

A empresa também informou o calendário do pagamento de juros sobre capital próprio (JSCP) em julho e outubro deste ano. Confira abaixo:

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Fonte: Divulgação/Vivo

A companhia também elegeu o conselho de administração, incluindo o atual presidente da operadora, Christian Gebara, e o ex-presidente, Eduardo Navarro; e o conselho fiscal, que contou com a eleição de Gabriela Soares Pedercini como membro efetivo do colegiado e Alexandre Pedercini Issa como suplente. 

Já a assembleia geral extraordinária foi realizada para aprovar a alteração no estatuto social refletindo novo número de ações em virtude do cancelamento de parte das ações ordinárias mantidas em tesouraria. São efeitos de deliberação tomada pelo conselho de administração da operadora em fevereiro e que decidiu pelo cancelamento de 14,046 milhões de ações ordinárias. 

Dessa forma, o estatuto foi alterado para refletir que o capital social subscrito é de R$ 63,571 bilhões, divididos em 1,676 bilhão de ações, todas ordinárias. A mudança foi aprovada pelos acionistas na ocasião.

Renovação 

Também nesta terça-feira, a Vivo ainda comunicou a aprovação de um segundo aditamento ao contrato com a Telefônica Global Solutions Brasil (TGS) para a prestação de serviços de comunicação via satélite. A subsidiária utiliza capacidade satelital do SGDC da Telebras, em acordo com a Viasat. O aditivo prorrogou a vigência do contrato para até 30 de novembro de 2024, com um valor fixo de R$ 141,4 milhões. Dessa forma, o contrato em sua totalidade é de R$ 361,3 milhões. 

A companhia diz que houve comparação com outros fornecedores e propostas, mas considerou que uma eventual migração seria custosa. "A TGS apresentou o melhor preço na comparação realizada com outros fornecedores, bem como apresentou melhores condições comerciais e prestações de serviços mais vantajosas para a companhia", diz o comunicado ao mercado. 

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