Em CPI em Portugal, Zeinal Bava reafirma que não sabia do empréstimo à RioForte

O ex-presidente da Oi e da Portugal Telecom, Zeinal Bava, falou a uma CPI d Congresso português nessa quarta sobre a crise do Banco Espírito Santo, um dos principais acionistas da Oi. Segundo a imprensa portuguesa, Zeinal reafirmou aquilo que já havia dito no Brasil: quando assimiu a presidência da Oi, deixou de ter controle sobre todos os atos praticados pela equipe financeira da Portugal Telecom, incluindo aí o empréstimo de quase 900 milhões de euros feitos pela PT ao grupo Espírito Santo por meio da empresa RioForte, empréstimo esse não honrado. Zeinal disse ainda que deixou a Oi por sua iniciativa, mas reconheceu que a crise desgastou a relação do executivo com os acionistas. Bava disse que sua saída foi uma solução para evitar maiores complicações para a Oi. Segundo o ex-presidnete da Portugal Telecom, em seu tempo como CEO da PT foram feitos empréstimos ao grupo Espírito Santo e que como o grupo tinha um banco sólido, nunca se desconfiou de qualquer fragilidade financeira. O único momento em que Zeinal Bava mostrou maior desconforto , segundo o relato da imprensa, foi quando questionado como seria possível o CEO do grupo não ter controle sobre uma operação financeira dessa monta. Zeinal teria dito apenas que essas decisões foram tomadas por um comitê executivo.

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