Nokia foca na próxima onda de massificação do celular com dispositivos baratos e conectados

Os lançamentos da Nokia no Mobile World Congress focados em featurephones não foram gratuitos. A fabricante finlandesa claramente percebeu que em um evento global, a demanda por soluções para usuários de baixa renda ou para potenciais usuários ainda não consumidores de serviços móveis seria gigantesca. Stephen Elop, CEO da Nokia, afirmou que o que a Nokia percebeu é que os próximos assinantes , por outro lado, não estão apenas em regiões remotas e pouco habitadas. "A imagem do fazendeiro na Índia não diz tudo sobre onde está esse próximo bilhão de usuários. Muitos estão nos grandes centros e estão excluídos", disse.

O foco da Nokia, além dos smartphones com sistema operacional Windows, é nos telefones de baixa gama que incorporem alguns recursos avançados. "O desafio é transpor a experiência do usuário em um smartphone para um featurephone de US$ 15, e estamos conseguindo fazer isso com aplicativos específicos e com um browser simples, que permite navegação em alguns sites, compactando o tráfego de dados para mínimo consumo", disse o presidente da Nokia. " Nós temos que resolver o problema de limitação de rede, o que a gente fez com o Nokia Express Browser, que já tem 70 milhões de usuários". É com essa estratégia que a Nokia planeja retomar espaço quando o mercado passar a se expandir para os próximos 2 bilhões de usuários que ainda não têm celular e que potencialmente poderiam ter, desde que em condições adaptadas.

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