País perde 15 milhões de linhas móveis em 12 meses

O Brasil fechou março de 2017, com 242,7 milhões de linhas móveis. Na comparação com igual mês do ano passado, telefonia móvel perdeu 15,02 milhões de linhas (queda de 5,83%). Na comparação com o mês anterior, a redução de linhas foi de 128,6 mil, redução de 0,05%, conforme dados liberados nesta segunda-feira, 24, pela Anatel.

Na comparação anual, dos quatro maiores grupos, a Vivo apresentou uma pequena elevação de 726,1 mil (aumento de 0,99%). TIM, Claro e Oi registraram queda de 5,40 milhões (redução de 8,03%), 5,05 milhões (queda de 7,74%) e 5,67 milhões (queda de 11,88%), respectivamente. Mas em relação a fevereiro, apenas a TIM, entre as grandes operadoras, apresentou queda de 0,43%, com a exclusão de 264,6 mil acessos.

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Nos últimos 12 meses, a tecnologia 4G (LTE) apresentou crescimento de 38,78 milhões de acessos, uma variação de 119,23%. No mesmo período, as linhas M2M apresentaram crescimento de 1,8 milhão, alta de 41,39%. Todas as outras tecnologias utilizadas na telefonia móvel apresentaram redução.

Entre fevereiro e março, a variação das linhas 4G ficou em 7,08%, com a habilitação de mais 4,7 milhões, chegando a 71,3 milhões de acessos. Já os acessos M2M especial subiram 2,90% no período, atingindo 5,9 milhões de habilitações.

Segundo os dados da Anatel, nos últimos doze meses, todos os estados apresentaram queda na telefonia móvel exceto Roraima que apresentou crescimento de 8,08 mil linhas. Os estados que apresentaram as três maiores quedas foram Pernambuco, com redução de 1,3 milhão (11,02%), Rio Grande do Norte, com menos 451,98 linhas (10,74%) e Alagoas e Ceará com queda de 10,67%.

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