Fundos querem anular assembléia

Já os fundos querem anular a própria assembléia e estão movendo uma outra ação com este intuito. "Em primeiro lugar, a assembléia tem problemas formais: foi convocada pelo presidente do conselho, e não pelo conselho. Além disso, a eleição de Paulo Pedrão para a diretoria de planos da Sistel gera várias irregularidades e conflitos de interesse. Se os conselheiros dos fundos não votaram nele, é porque eles estavam defendendo os interesses da operadora, e isto é mais importante que o acordo de acionistas", diz Mannheimer. Outra fonte ligada aos fundos lembra que, além do conselheiro Pizzolato já ter sido substituído por Sergio Rosa, também da Previ, o conselheiro da Petros, Ronnie Vaz Moreira, pode ser substituído em breve. "O problema é que o Opportunity não quer só a troca dos conselheiros, mas as cadeiras no conselho, o que lhes dará maioria absoluta na Brasil Telecom", diz a fonte. Atualmente, cinco conselheiros estão ligados ao banco, quatro à Telecom Italia e dois aos fundos de pensão.

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